quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Oitavo dia

O protagonista escrevia poesias, porém, depois de seu casamento não havia encontrado mais inspiração. As brigas se tornaram frequentes e então ele decidiu procurar por um emprego normal.
O escritório era bonito, o local era fresco devido ao ar-condicionado e os empregados eram boa gente, como ele.
Conheceu um homem ao qual perguntou se todos os casamentos eram assim. O homem disse um número alto em porcentagem, referindo-se ao tanto de casamentos que eram assim.
Isso foi antes de o protagonista conhecer certos olhos azuis. Nunca suas poesias haviam sido tão perfeitas depois de ter esquecido as chaves e não ter voltado para buscá-las.
Continuou no emprego mesmo assim.
Continuou a ser pai mesmo assim.
Continuou vivendo mesmo assim.
Continuou encontrando-a algumas noites.

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