A noite era fria e escura demais para os olhos azuis andarem sozinhos pelas ruas de Paris.
Dulce ouviu passos e se sentiu perseguida, correu para procurar alguém, mas parecia que todos a haviam abandonado.
Abandonada, de novo.
Algo puxou seu braço e ela teve seu grito abafado por uma mão.
"Ferme ta bouche et ne bouge pas." O estranho disse.
"Ne me touche pas!"
Em vão.
E este será o destino dos olhos azuis.
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